92,6% vem de contrato corporativo. A venda a vista chegou a R$ 55,2 mil em agosto — 6,0% do mês, o maior peso do ano.
A receita líquida subiu R$ 100,9 mil e o custo alimentar ficou praticamente parado — apenas R$ 1,8 mil a mais. A folha cresceu R$ 30,0 mil. Resultado operacional R$ 66,9 mil acima de julho, o inverso do que aconteceu no mês anterior.
De R$ 918,7 mil faturados restaram R$ 138,1 mil — quatro vezes o resultado de julho. Os investimentos caíram de R$ 81,2 mil para R$ 10,9 mil e a alíquota de imposto subiu para 14,1%.
Brumazi entrega a maior margem com a menor receita: é contrato de gestão, o cliente compra mão de obra. Cocam segue com a menor folga entre as maduras — 33,1% acima do ponto de equilíbrio de agosto.
Faturou R$ 89,7 mil no primeiro mês e já fechou positiva: R$ 16,9 mil de resultado operacional e R$ 3,6 mil depois dos investimentos. O acumulado ainda é negativo em R$ 134,5 mil.
Consumiu R$ 199,1 mil na montagem e devolveu R$ 235,4 mil em três meses. O acumulado virou positivo em R$ 36,3 mil, dentro do prazo previsto no fechamento de julho.
Os impostos sobre venda pularam de 10,7% para 14,1% da receita bruta em agosto. São R$ 31,1 mil a mais do que a alíquota histórica cobraria. Confirmar se houve mudança de enquadramento ou erro de lançamento.
O CSC subiu 63,8% em um mês, de R$ 52,4 mil para R$ 85,9 mil, e voltou a pesar 10,9% da receita líquida. Desde janeiro acumula alta de 251%.
A Shopee caiu de 58,0% para 49,4% da receita, com a recuperação da Sergomel e a entrada da Bispharma. Ainda é metade do faturamento em um contrato.