Em maio os custos ultrapassaram 100% da receita líquida: folha em 45,6% e CSC em 14,1% no mesmo mês — o único prejuízo líquido do ano, R$ 11,2 mil. Agosto fecha em 81%, o menor consumo depois de junho.
Brumazi opera abaixo de 14% porque é contrato de gestão: o cliente compra mão de obra, não refeição. Sergomel saltou para 46,6% em julho e voltou a 40,4% em agosto. A Bispharma estreou com 4,1%, perfil de gestão.
Brumazi fica entre 35% e 60% — é o custo principal do contrato. A Shopee subiu de 11,7% para 21,5% entre junho e julho e estabilizou em 21,4% em agosto. A Bispharma entrou pesada, 54,1%.
Receita líquida +R$ 100,9 mil com custo alimentar praticamente parado, −R$ 1,8 mil. A folha levou R$ 30,0 mil. Sobraram R$ 66,9 mil de ganho no resultado operacional.
Sergomel recuperou 5,0 pontos em agosto, para 52,8%; a Shopee ficou em 59,7%. Brumazi passa de 88% e a Bispharma estreou em 95,2% — as duas quase não compram insumo.
A Shopee entrou gerando R$ 8,55 por real de folha, caiu para R$ 4,66 em julho e estabilizou em R$ 4,68 em agosto — o novo patamar da operação madura.
A partir de maio o lançamento de débito/crédito bancário desaparece das filiais e passa a existir só no CSC: R$ 840,73 em julho e R$ 770,56 em agosto. Vale confirmar se houve mudança de critério contábil.
Imposto e CSC. Juntos consumiram R$ 215,3 mil em agosto, R$ 80,4 mil a mais que em julho — mais do que todo o ganho de custo alimentar do mês.